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História para pensar, 2

por PensoBlogoExisto, em 14.06.16

Dois porcos, numa quinta, falam um com o outro (sim, estes falam). "Eh pá, estive a pensar. Nós aqui temos muita sorte. Vivemos à grande! Comida não falta, temos onde dormir, passeamos o dia todo. Somos uns sortudos!" "Podes crer, pá. Temos mesmo sorte, tudo sem pagar nada!" Atenção, quando tu usas algo sem pagar por isso, tu não és o cliente. Tu és o produto! Sim, meus caros, falo do famoso facebook. O melhor dos exemplos.

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publicado às 17:24


História para pensar, 1

por PensoBlogoExisto, em 14.06.16

"Boa tarde, Sr. Dr. Vim aqui à sua clínica veterinária pois o meu cãozinho pisou um porco espinho, e parece que tem um espinho encravado na pata. Estou aqui de férias no Algarve, felizmente encontrei esta clínica na zona. Pode resolver este problema?" "Claro, minha senhora já trato disso. Após 2 minutos com o cãozinho numa sala, o medico veterinário desenvolve-o à dona. "Aqui tem, está resolvido o problema, extraí o espinho." "Muito obrigado, Sr. Dr., quanto lhe devo?" "São €65.00, minha senhora." "Como?? Leva me €65.00 por extrair um espinho da pata do meu cão? Como é possível?" "Pois, minha senhora, é o valor." "Meu Deus! Mas é um roubo! Acho que o senhor se vale dos turistas que vêem para o Algarve no verão. Vou ter que lhe perguntar...de que vive o senhor fora do verão? Quase não tem turistas!" "Bem, minha senhora...eu crio porcos espinhos." Esta história, metaforicamente falando, mostra que hoje em dia se cria a necessidade antes de vender o produto. Pelo meio, acrescenta-se uma dose de medo, para dar impulso ao consumidor. E é isto que somos, meros consumidores, a alimentar a máquina...

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publicado às 16:59


Sobre a saudade...

por PensoBlogoExisto, em 02.06.16

Deixo aqui á vossa consideração, agradecendo uma opinião precisa e directa, de sim ou não (com .a devida fundamentação, claro).

Devemos nós sentir saudade (dos bons momentos passados)? Partindo do principio que a saudade nos pode condicionar o presente, fechando-nos portas ao que nos possa aparecer de novo? 

Não falo de relembrar o que passámos, pois somos o que vivemos, mas sim sentir a falta de

No fundo, todos nós temos esse sentimento. Mas será que devemos tê-lo? E haverá dose apropriada?

 

 

 

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publicado às 12:21


O dom da palavra

por PensoBlogoExisto, em 01.06.16

Após uns 5 dias de andanças pelos muitos dos blogs que por aqui habitam (não resisti a comentar alguns post), e depois também de me estrear, resolvo agora fazer um balanço. E sobre algo especifico, a palavra escrita.

Porque estas (as palavras) mostram as pessoas que as escrevem. E por vezes bem mais do que elas próprias pensam.

Ou seja, o que se escreve, e como se escreve (principalmente), "mostra-nos".

E li, reli, muitos post curiosos, onde um determinado tema que á partida não justificaria grandes demoras, é utilizado como ponte para outros intentos. Por coincidência, em muitos post dos mesmos blogger, cai-se imperterivelmente no mesmo assunto. E começando bem longe dele.

Encontrei meia dúzia destes study case. O que me parece que por vezes não interessa discutir o assunto que titula o post, mas sim "bater na tecla" que move o criador (blogger).

Outro caso que encontro, é o jogo de palavras. E penso que aqui somos vitimas do que nos rodeia. Hoje em dia somos bombardeados nos meios de informação com "esses jogos de cintura", onde os politicos assumem o expoente máximo do ridículo. Desde "inverdades", ao "eu sei que o senhor sabe que eu sei que o senhor sabe", estes senhores dão-nos tristes exemplos de como se podes falar muito sem dizer...nada.

No jornalismo abunda também a fraca informação, onde até na falta dela (por falta de recursos para as obter) se pode descaradamente inventar a notícia. Já agora...porque será a CMTV o canal de informação mais visto?

Pois...merecemos isso.

Portanto, a propósito do que leio por aqui, chego a uma curiosa pré-conclusão.

Estamos a ser "mal educados". A utilizar o modo de expressão que absorvemos sem querer, diariamente. A gastar as palavras, desvirtualizando-as. A repeti-las exaustivamente, até as despirmos de significado.

E vou a um caso especifico. Onde encontrei alguém que num emaranhado de textos abrangentes, ideias contraditórias, opiniões sobre tudo e todos, conselhos sem fundamento, simplesmente...se mostra perdido de si próprio. Sem rumo, vazio. Onde a palavra escrita não "casa" com o perfil mostrado. Por mera indefinição (ou serão várias pessoas a postar?).

Eu próprio poderei cair na tentação de abusar no modo de expressão. Mas gostaria de ser mais sucinto, directo, pragmático. Não me gastar, ou vulgarizar.

E acima de tudo, mesmo podendo ter o dom da palavra, nunca me esquecer que para além da palavra, existe algo a  que não  devemos fugir. O dom de praticar o que se apela. Sentir e assumir, vivendo na realidade o que apregoamos.

Assim sim, a palavra leva ao acto, como convém 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 23:07


"Os homens são todos iguais"

por PensoBlogoExisto, em 01.06.16

Se há frase que me entristece ler ou ouvir, é esta, e volta e meia sou confrontado com ela. Seja por aqui, seja em conversas de café.

Não só por generalizar, "são todos", mas por fazer a distinção entre sexos, no que respeita a factores depreciativos. Como se, independentemente do sexo, não houvessem pessoas de todos os géneros, ou mais parecidas, ou mais diferentes. Ou melhores, ou piores.

Portanto, os homens não podem ser todos iguais, tal como as mulheres também não são todas iguais.

Somos sim seres humanos, e longe de ser perfeitos. Mas também não devemos por isso embarcar em ideias radicais ou pré-concebidas.

Afinal...também não nos conhecemos a todos, pois não?

 

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publicado às 09:33


inCIDências...

por PensoBlogoExisto, em 31.05.16

José Cid, um caso de estudo...

No caso em questão, e que bem pode representar muitos mais que acontecem diariamente, o que se passa é que são emitidas opiniões individuais em vários espaços de comunicação. É um direito. O comentar essas opiniões é igualmente um direito. A aceitação de que podem existir diferentes opiniões...é um dever.

Afinal, não somos iguais, e por norma, não vemos o mundo como ele é, mas sim como nós somos.

Podemos e devemos nos indignar perante o que nos parecem ser injustiças, discutindo e fundamentando o nosso ponto de vista. Não podemos, por exemplo, criticar a internet quando a utilizamos precisamente para...criticar. Nem podemos pré-definir as pessoas que a utilizam, quando nós próprios cá andamos.

A forma como este caso se desenvolveu, através da internet, é fruto dos tempos. O problema dos meios de comunicação é uma falsa questão. Importa sim termos consciência do que nos estamos a tornar, enquanto seres humanos, que valores morais/sociais nos sustentam hoje em dia. Se estamos menos tolerantes, mais radicais, menos positivos, mais frios.

Uma coisa me parece certa, já fomos melhores pessoas. Mais cultos, mais construtivos, mais humanos. Mas são fases..

Concluindo, com isto, caro José Cid. Não temos de pedir desculpas por sermos quem somos, independentemente do que somos. Convém sim aceitar as opiniões, ouvi-las, analisa-las, discuti-las, e reconhecer se for o caso, que podemos melhorar as nossas atitudes, e a nossa forma de ver o que nos rodeia. E respeitando-nos, respeitamos os outros, e somos respeitados.

Agora, direito á opinião temo-la sempre. Seja para criticar alguém pelo que disse, seja para considerar alguém, no sentido abstrato, feio e desdentado...

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publicado às 10:28


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